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  • Daniela Barros

O poder do Jingle



Ao conversar com professores e educadores sobre formas de aprendizagem lúdicas e aprazíveis fomos reportados ao jingle, aquela “musiquinha” que tem informações relevantes e que não esquecemos. Quem de nós não lembra de um jingle que cantarolava na infância e permanece na memória até hoje?

Essa é uma prática antiga caracterizada por uma música e letra curtas que contém palavras chaves que identificam e divulgam um conteúdo ou uma marca. Os jingles são amplamente utilizados na área da educação, do marketing de empresas, eventos, política, entre outras.


Na educação auxiliam na memorização de conteúdos e palavras chaves que vão remeter a outras associações ampliando o arsenal de conhecimentos. A criação de jingles faz parte da cultura maker (fazer para aprender). Os alunos têm a possibilidade de produzir seus próprios jingles levando em consideração o tema a ser trabalhado e a cultura local.


Alguns passos são importantes para criar um jingle. O primeiro é identificar o que se quer abordar e o perfil a quem se destina. A partir daí são escolhidos melhores ritmos, frases e melodias. A criação da letra deve levar em consideração rimas, métrica das palavras e não raro se usa uma paródia. Via de regra a composição é de uma estrofe com quatro linhas e um refrão com palavras que reforçam o que se quer transmitir com a melodia simples. A duração é curta, de trinta a quarenta segundos. O ritmo pode ser incrementado com palmas, chocalhos e instrumentos criados pelos próprios alunos. Por fim, podem ser criadas coreografias e vídeos para serem compartilhados com colegas.

Em um tempo em que se buscam formas lúdicas e criativas de aprender, o jingle é uma sugestão a ser realizada dentro da cultura do fazer para aprender!


Dr.ª Daniela Martí Barros

Pesquisadora, professora e palestrante


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